Hindus atacam família cristã, torturam marido e ameaçam queimar viva a sua esposa

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A perseguição religiosa sofrida pelos cristãos na Índia não escolhe sexo, idade ou região. Quanto mais partidos ultra-nacionalistas se fortalecem no país, pregando a “pureza” cultural hindu e a rejeição de qualquer outra religião que não seja a miríade de crenças hinduístas, a intolerância religiosa também aumenta.

Um caso recente denunciado em um relatório da The Timothy Initiative (TTI), organização que monitora os índices de perseguição religiosa na Índia e auxilia os cristãos agredidos, demonstra como anda o nível de crueldade do radicalismo indu no sétimo maior maís do mundo.

Manoj e sua esposa, Geeta, ambos cristãos recém-convertidos ao Evangelho de Jesus Cristo, estavam na casa deles junto o filho do casal, uma criança pequena, quando foram surpreendidos por um grupo de radicais hindus que invadiu à residência e arrastou o pai de família para fora.

Sem seguida, a esposa e o filho de Manoj também foram levados para fora do recinto. “Desista de Cristo”, disse o líder do grupo radical. O cristão, no entanto, manteve a sua fé. Com isso, os hindus partiram para a violência física.

“Eles tinham cassetetes e golpeavam todo o corpo de Manoj, determinados a fazê-lo negar sua fé. Mesmo depois de ser espancado e ver sua família sofrer, Manoj não negou a Cristo”, afirma um membro da TTI.

Vendo que o cristão resistia, os hindus resolveram torturá-lo com simulações de afogamento, um dos piores métodos de tortura que existem. “Eles arrastaram Manoj até o lago, amarraram suas mãos atrás das costas para que ele não pudesse se defender, e começaram a empurrar a cabeça para baixo da água”, disse o observador da TTI.

Ainda assim Manoj manteve sua fé. Com isso, os hindus pegaram um galão de querosene, despiram parcialmente Geeta e ameaçaram queimá-la viva, caso ele não renunciasse a Cristo.

“Se você não negar a Jesus, vamos incendiar sua esposa e você a verá queimar até a morte”. gritou o líder hindu, segundo informações da God Reports.

Milagrosamente, no entanto, Deus fez com que Geeta e seu filho conseguissem escapar da visão dos radicias, fugindo pela selva. Ela conseguiu encontrar abrigo em uma das casas da região.

Os perseguidores foram atrás dela, porque sabiam que ela poderia ser o meio de fazer Manoj negar a sua fé, mas não conseguiram encontrá-la. Cansados da procura, o grupo se dispersou e algum tempo depois Manoj, Geeta e seu filho se reencontraram.

“A equipe de campo da TTI em sua região ouviu a história e imediatamente fez planos para visitá-los e encorajá-los com orações e assistência financeira, considerando que eles estavam agora permanentemente deslocados e haviam perdido tudo o que possuíam”, informou a organização.

 

FONTE: GOSPEL MAIS

Organização diz que até 9 mil igrejas cristãs devem fechar nos próximos anos no Canadá

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Uma instituição canadense que trabalha em prol da preservação de prédios antigos estimou que pelo menos 9 mil templos cristãos devem fechar nos próximos dez anos, encerrando não apenas as atividades religiosas realizadas nesses espaços, mas também a natural comunhão entre os moradores dessas comunidades.

Para Robert Pajot, líder do projeto de regeneração do National Trust for Canada, essa constatação aponta um impacto profundo no estilo de vida de várias comunidades, uma vez que não apenas a vida religiosa é afetada, mas também tradições mantidas por esses templos.

“Os bairros terão várias igrejas fechando. Algumas pessoas qualificam isso como uma crise, e eu meio que concordo. Isso vai atingir todo mundo”, disse ele, segundo informações da CBC.

“Não se trata apenas dos edifícios. Realmente isso vai além do impacto da perda de um patrimônio na comunidade. Os lugares de fé realmente foram, por gerações, centros de grande parte da vida comunitária”, destaca.

Robert diz que, na prática, os responsáveis pelo fechamento desses templos “retiram da comunidade instituições que exercem um papel central na função de serviços comunitários”, tais como projetos de acolhimento para moradores de rua, aulas de música, casamentos, serviços funerários e outros.

Parte dessa crise diz respeito ao esfriamento da fé nos grupos populacionais mais jovens e o consequente distanciamento dos mais velhos. É possível que a onda de relativismo moral e doutrinário radical nos últimos anos tenha provocado efeitos devastadores no seio de algumas igrejas históricas.

Com isso, tendo dificuldades financeiras e um número menor de membros comprometidos, muitas igreja se tornam alvos da especulação imobiliária, que fazem ofertas para o Estado visando comprar seus templos e implementar outras atividades no espaço.

Essa tristeza não diz respeito às igrejas que modernizam seus templos, visando aumentá-los, e sim quando eles são destruídos para a construção de espaços que não servem mais para o culto a Deus.

“Isso acaba sendo muito angustiante para a comunidade”, disse Pajot. “Às vezes há uma mistura de vergonha… vergonha e raiva. É uma mistura de emoções real e volátil que precisa ser muito bem trabalhada”, conclui.

 

FONTE: GOSPEL MAIS

China promete recompensas de até US$ 1.500 para quem denunciar cristãos

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Um grupo de crentes de uma região rural da China está acusando o Partido Comunista Chinês (PCC) de oferecer recompensas para quem denunciar um vizinho ou familiar cristão.

Nos documentos obtidos pela revista Bitter Winter, segundo relata o ministério Open Doors, há informações de um subdistrito na cidade de Nanyang, na província chinesa de Henan, que oferece de 200 a 1.000 RMB (cerca de US$ 30 a US$ 150) para quem descobrir e informar uma igreja domiciliar.

Denunciar alguém por fazer ou espalhar imagens ganha uma recompensa de US$ 75 a US$ 300. E se o relatório tiver um impacto significativo, a recompensa será de US$ 750 a US$ 1.500.

Através de caixas de relatórios, linhas telefônicas e sites, as autoridades chinesas estão divulgando a campanha e incentivando que a população para que denunciem quem estiver participando de cultos domiciliares.

“As autoridades estão empreendendo uma repressão contra a crença religiosa”, disse o aldeão, e “as pessoas da aldeia estão proibidas de acreditar em Deus”, denuncia o homem.

A revista Bitter relatou que um crente local disse que ao estabelecer caixas de mensagem, as autoridades restringiram eventos religiosos, encontros e evangelismo, e “colocaram os crentes em risco de serem presos a qualquer momento”.

   
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